Significa voltar para o próprio corpo com presença e delicadeza.
É sentir sem pressa, sem culpas, sem velhas histórias tentando dizer o que “pode” ou “não pode”.
Quando começamos a ouvir nossos sentidos algo dentro de nós finalmente respira.
A redescoberta não é um ato de rebeldia. É um ato de amor.
Amor por si, pelo corpo, pela própria história.
E talvez o maior tabu a quebrar seja esse:
o prazer não é um exagero. É um direito.
É autoconhecimento.
É saúde.
É presença viva.
Quando uma mulher se permite sentir de verdade, ela não apenas volta para si — ela se expande.
E toda expansão começa assim:
com a coragem suave de se permitir viver o que sempre foi seu.
KARINA FRANCESCHI
Orientadora Sexual
14-99634-7803
@permitasebykarina







