Como uma pedra enorme sobre minhas costas é como venho sentindo a vida nos últimos tempos. Isso não se aplica apenas a mim, entretanto.
  Fiquei um bom tempo sem escrever, nem reflexões e muito menos mensagens a amigos ou entes queridos; a sensação de dever pode nos exaustar de vez em quando. Nem sempre estamos bem e dispostos, e saber reconhecer quando estamos assim e que merecemos de um tempo para nos restaurar é bom.
  Durante esse período de cerca de um mês sem colocar meus pensamentos em textos, tive algumas experiências que, por mais simples que fossem, mexeram um pouco comigo.
  Todos os dias nos deparamos, muitas vezes, com coisas, pessoas e lugares que começaram a fazer parte de uma rotina, e aquela magia, aquele ar especial que tinha no começo vai se esvaindo e quando percebemos, tudo isso se torna parte daquela frase tão frustrante:

“É só a vida”

  Por muito tempo eu pensei dessa forma, mas aos poucos fui mudando a minha perspectiva quanto aos prazeres e o que nos faz bem. Tem vezes que me perco no desespero e vou contra minhas constatações, entregando a minha evolução para a frustração. Isso me chatearia, mas sei que o ser humano é inconstante, então não vale a pena remoer os erros ou pedras no caminho.
  Nós poderíamos ficar presos no Mito de Sísifo, que resumindo é o infortúnio da inutilidade dos nossos atos, já que nada faz sentido mas aí que está o segredo da vida; não é sobre considerar em vão o que fazemos, é sentir o prazer de estar em ação, de poder fazer algo. Se algo é feito, não é inútil.
  A humanidade busca dar sentido para tudo, e se formos pensar, é isso que nos mantém vivos e seguindo em frente como pessoas e como seres. É o valor emocional que também pode ser aplicado na lei de oferta e procura. É isso que faz as coisas valerem a pena.
  Qual o sentido de onze pessoas correrem atrás de uma bola pra chutar dentro de um alvo? Qual o sentido de nos expressarmos, algo que fazemos desde os princípios da comunicação, seja por sons ou desenhos? É a paixão pelo que fazemos. O prazer que nos proporciona ao nos permitirmos fazer o que nos faz bem é o que nos move.
  Li em algum lugar uma frase que dizia o seguinte: “Pensávamos que estávamos apenas nos divertindo, quando na verdade estávamos criando memórias” e isso me abriu os olhos como se eu estivesse dormindo e finalmente consegui entender o sonho que tive.
  Sim, eu sei que é difícil ver por esse lado por vários motivos, mas é aos pouquinhos que chegamos lá. É de grão em grão que a galinha enche o papo.
  Os ciclos se encerram e outros começam, essa é a lei da vida. Todo ano as estações retornam e as árvores repetem suas ações. Na Primavera elas florescem, no Verão elas servem de refúgio quando fugimos do calor, no Outono as folhas caem e dão espaço para a neve que cai no Inverno. E é assim todos os anos.
   Qual o problema daquele namorico da adolescência ter durado apenas alguns meses e que parecia que a dor iria durar para sempre? Por que não aceitar aquela proposta de emprego só porque não temos experiência? Por que não mudar o corte de cabelo ou até mesmo a cor? Por que não provar um novo sabor de pizza no final de semana? Experimentar é a chave pra uma vida longa, não de tempo, mas de experiências e memórias, que no final é apenas o que vai nos restar e por mim, o que também vamos nos tornar. Portanto, só cabe a nós fazer que tudo valha a pena.

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