O Influencer, Matheus Colmatti é a prova viva de que a síndrome de Down não define limites, mas revela possibilidades. Portador da condição genética, ele vive com independência, criatividade e autenticidade, construindo uma trajetória marcada por conquistas, afeto e um currículo que surpreende e inspira.
Criado para ser independente desde cedo, Matheus teve na mãe, Mara Colmatti, seu maior alicerce. Filha da terra, ela faz questão de ressaltar o amor do filho por Tupã, cidade que ele carrega no coração e onde se sente pertencente. “Ele ama Tupã”, resume a mãe, com orgulho e emoção. Não por acaso, Matheus se tornou embaixador da causa da pessoa com deficiência, representando com dignidade, alegria e consciência a importância da inclusão.
Matheus preserva a inocência que encanta, mas está longe de ser ingênuo. Com presença marcante e carisma natural, já participou de campanhas publicitárias, incluindo ações para o Itaú, o Burger King e outras marcas, mostrando que o mercado começa a reconhecer talentos reais, sem rótulos ou preconceitos. Seu carisma atravessa fronteiras: entre seus fãs famosos está a cantora Ivete Sangalo, símbolo do carinho espontâneo que ele desperta por onde passa.
Apaixonado por inovação, Matheus circula com desenvoltura por feiras tecnológicas, ambientes onde aprende, troca experiências e se conecta com o novo. Recentemente, viveu uma experiência transformadora na Disney, onde não apenas se divertiu, mas aprendeu, conviveu, observou e voltou com a bagagem cheia de ideias — inclusive uma “sacada” criativa que pode, em breve, se transformar em um stand-up, unindo humor, vivência e verdade.
Por onde Matheus Colmatti passa, o sucesso é certo. Mas não aquele sucesso medido apenas por aplausos ou contratos. O sucesso dele está na mensagem que deixa: a felicidade mora nos pequenos detalhes, no olhar atento, no riso fácil, na coragem de ser quem se é. Ser Down, como ele mostra todos os dias, também é ser criativo, competente, amoroso, produtivo e feliz.
Matheus não pede espaço — ele ocupa com talento. E ensina, com simplicidade e humanidade, que inclusão não é favor, é reconhecimento.







