Texto do Dr Andre Luís Ribeiro, médico urologista em Tupã, convidado do Dr. Paulo Tadeu Drefhal
A campanha Novembro Azul tem aspectos positivos para necessidade do diagnóstico precoce do câncer de próstata. Esse processo que vem lentamente mudando em relação aos cuidados com a saúde masculina como um tudo. Desde de 2008 através da publicação em relação a atenção integral à saúde do homem. O governo federal reconhece a necessidade de investir no atendimento devido a expectativa de vida masculina ser inferior aos das mulheres, que desde a muito tempo, tem o hábito de rotineiramente realizar exames preventivos. A próstata é uma glândula localizado abaixo da bexiga cuja principal função é produzir líquido para nutrição e transporte dos espermatozoides. Ao longo da vida desenvolve três doenças ( inflamação, hiperplasia benigna e câncer). Tanto a hiperplasia e a prostatite podem provocar aumento da frequência urinária, diminuir o jato ou demora de início da micção, sensação de urgência. O câncer por sua vez, não costuma apresentar sintomas na fase inicial, quando 90 % dos casos poder ser diagnosticado precocemente. Ao apresentar sintomas significa numa fase mais avançada podendo causar sangramento no esperma ou urina. Melhor forma de tratar é o diagnóstico precoce e as opções aumento para a cura. Alguns fatores de risco para o desenvolvimento do câncer de próstata são: história familiar, raça negra. A recomendação é que homens a partir de 50 anos e mesmo sem fatores de riscos devam procurar urologista para avaliar a saúde. Nos casos de fatores de risco deveria realizar exames a partir de 45 anos. Estudos e dados do INCA ( Instituto Nacional de Combate ao Câncer) , são esperados 65.000 novos casos de câncer de próstata. O profissional da saúde responsável irá solicitar exame de sangue (PSA) e realizará toque digital da próstata , sendo esses exames responsáveis por detecção de 90 % dos tumores. Após a suspeita o paciente é encaminhado para biópsia afins de confirmar a doença e ser proposto tratamento. O câncer de próstata permanece como a neoplasia sólida mais comum é segunda causa de óbito.







