19 de maio, 2026 05:00

Hoje é possível realizar o sonho que o homem sempre teve, PODER VOAR. Graças ao grande trabalho que Da Vinci projetou, os homens de hoje com engenho e arte, geram asas e máquinas que nos permitem “voar”, alterando assim o nosso sonho para “como voar melhor”. O paramotor é a modalidade aeronáutica de menor custo dentre as outras categorias de aeronaves motorizadas e aquela onde se pode tirar maior prazer e liberdade nos céus.

Paramotor, também conhecido como Parafly, aeronave leve e arrojada nasceu de uma adaptação do parapente. Os Parapentes para voar necessitam uma velocidade de vento que supera os 20 km/h dependendo do tipo de vela. Esta velocidade se consegue graças ao vento que se gera ao correr. Adaptando-se um motor às costas do piloto, conseguiu-se a independência de decolar de qualquer lugar, não se restringindo mais às rampas no alto de morros. No paramotor, a velocidade de vento se gera graças a força que o motor que se leva nas costas. Este proporciona a velocidade necessária para se levantar voo. Enquanto em um parapente se requer uma certa altura para poder voar, com o paramotor se pode decolar praticamente de qualquer lugar plano. Com uma motorização compacta, leve e de fácil transporte, os pilotos aficionados por voar desbravam os céus não só do Brasil como do mundo todo em seus paramotores. Existem vários tipos de motores para o paramotor, sendo desde pequenos motores para pessoas de pouco peso (55 kg aproximadamente de impulso) a motores mais poderosos para realizar voos em dupla (piloto e acompanhante, normalmente de 120 a 150 kg de impulso). Os mais usados atualmente são motores de 2 tempos, porque para implementar com motores de 4 tempos ficaria pesado demais e ainda há desenvolvimento para um paramotor com propulsão elétrica.

A maioria dos motores são de origem europeia e as marcas dedicadas a este esporte os instalam em chassis com variação de tipo e peso de hélice e o tipo de alcance de andadores. Também é possível adaptar motores de kart obtendo-se resultados muito bons. O parapente utilizado pode ser o mesmo que se utiliza para voos livres (sem motopropulsor) ainda que, cada vez mais, as fábricas indicam velas especiais para o voo motorizado, com maiores reforços e incluindo características diferentes, como é o caso dos parapentes com perfis “reflex”. A vela geralmente é de origem europeia, israelense ou brasileira; muitas marcas realizam a produção na Ásia. Existem vários tipos de vela segundo as características e habilidades do piloto (mais ou menos fácil, mais ou menos rápidas). Sempre se deve utilizar um tamanho de vela adequada ao peso do piloto, acompanhante e equipamento. O desenvolvimento espetacular do voo em paramotor, deve-se entre outros fatores, às melhorias nos motores atualmente mais leves, mais potentes, mais silenciosos, ao incremento do desenho de asas com melhores rendimentos, desenvolvimento de parapentes específicos para o voo com motor (perfil reflex) e principalmente à evolução técnica de seus pilotos. A autonomia destas aeronaves aumentou muito, voos de 4 ou 5 horas transpondo enormes distâncias são vulgares para os pilotos mais experientes… voos de recordes com 10 ou 12, 14 horas para recordes mundiais. O ultraleve paramotor pode mesmo voar a motor parado em correntes ascendentes e assim poupar combustível… alongando o seu raio de ação.

Julio Cesar Magione – Promotor de esportes – Vamos começar a voar? Este é o responsável pelas imagens, alias e ele, cortando o céu, sua maior paixão e este esporte quer saber mais, ou como faz para voar ente em seu canal no youtube, segue ele e desvende a arte do voo!!!!!

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