19 de abril, 2026 00:16

Outubro Rosa 🌹
O tema é de grande importância, pois abrange aspectos fundamentais na vida da mulher. A mama representa a feminilidade, sexualidade e fertilidade. Sendo assim a conscientização para o diagnóstico precoce do câncer de mama é de suma importância, esta abordagem é a diferença entre a vida e a morte do paciente. Alguns pontos são essenciais como o auto exame realizado pela paciente, consulta periódica ao mastologista e mamografia anual após quarenta anos (O SUS garante a toda brasileira o acesso gratuito à mamografia). Nos dias atuais com o progresso tecnológico da medicina e humanização do atendimento houve uma evolução na abordagem da doença, que pode ser devastadora. Dados do Instituto Nacional do Câncer a partir de 2018, estima-se que cerca de 59.700 novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados no Brasil por ano. O número indica que a cada 100 mil mulheres cerca de 56 desenvolvem a condição. Diante desta realidade, a melhor medida é a prevenção. Quanto ao tratamento vai depender da natureza do tumor, suas características biológicas que vão determinar o protocolo de tratamento. O histórico familiar de câncer também é muito importante. A tendência mundial é o tratamento mais precoce possível, com a reconstrução da mama sendo realizada no mesmo tempo cirúrgico da mastectomia. Existem basicamente 3 abordagens para reconstrução. Utilizando material aloplastico (prótese de mama e expansores de tecido) e utilizando tecido autólogo (da própria paciente) como músculo grande dorsal (das costas) ou tecido da parede abdominal, com resultados cada vez mais consistentes. Esta abordagem visa sempre o resgate e a preservação da auto imagem, auto estima e auto confiança da paciente. Lembrando sempre que saúde segundo a Organização Mundial da Saúde é a busca do estado de completo bem estar físico, mental e social e não somente ausências de afecções e enfermidades.

Compartilhe esse artigo nas redes sociais

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Twitter
Pinterest
Email

MULHERES QUE FAZEM A DIFERENÇA – VOLUNTARIAS

Hoje, 07 de março, nossa homenagem é dedicada às Mulheres que Fazem a Diferença, especialmente aquelas que transformam o voluntariado em uma verdadeira extensão de suas próprias casas. 🌷 São mulheres que carregam no coração o dom de se colocar no lugar do outro, exercendo diariamente a empatia, o cuidado

MULHERES QUE FAZEM A DIFERENÇA

Lais Modelli / jornalista. viajante. @greenpeacebrasil Do mar Fellows @lindaunobel @hlforum Hoje, 05 de março, seguimos celebrando aquelas que fazem a diferença todos os dias: as mulheres. 🌷✨ Mulheres que são força, cuidado e transformação. Mulheres que, mesmo diante dos desafios, continuam sendo luz na vida de tantas pessoas. Hoje

MULHERES QUE FAZEM A DIFERENÇA – FORÇA E RESILIÊNCIA

Hoje, 04 de março, é dia de reconhecer e homenagear as mulheres que fazem a diferença todos os dias — muitas vezes no silêncio, muitas vezes sem aplausos, mas sempre com uma força que transforma tudo ao redor. Mulheres que carregam no olhar a coragem de recomeçar.Que enfrentam desafios sem

MULHERES QUE FAZ A DIFERENÇA

KARINA FRANCESCHI – PERMITA-SE No dia 03 de março, damos continuidade à nossa série especial Mulheres que Fazem a Diferença, preparando o coração para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Guerreiras por natureza.Mães que acolhem.Irmãs que aconselham.Amigas que sustentam.Empresárias que geram oportunidades.Jornalistas que dão voz à

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO – imagem tátil

No acervo do Museu de Arte Sacra Franciscano de Tupã, a imagem tátil de Nossa Senhora da Conceição representa mais do que uma obra de arte sacra: é um gesto concreto de inclusão, respeito e amor ao próximo. Produzida para permitir o toque, a imagem tátil transforma a experiência tradicional

VOCÊ VIVE EM UM RELACIONAMENTO ABUSIVO?

Relacionamento abusivo nem sempre começa com gritos.Às vezes começa com controle disfarçado de cuidado. Reconhecer é o primeiro passo para se proteger. Relacionamento abusivo é quando uma pessoa usa controle, manipulação, medo ou humilhação para dominar a outra. Nem sempre existe agressão física. O abuso pode ser emocional, psicológico, financeiro